quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

policial civil e preso e ecaminhado ao presidio

Corregedor de policia civil del. Andre monteiro e o delegado geral de policia civil Emilson Farias
Vitima Gildecir Bonfim Mendonça
Policial civil Castelo Acusado

O policial civil, José Castelo Branco de Souza Ribeiro, 50, "Castelo", se apresentou a polícia na tarde desta terça-feira, 17, a colegas de profissão e foi encaminhado ao centro de recuperação social Francisco D´Oliveira Conde, através de um Mandado de prisão preventiva decretado pela Juíza Maha Manasfi e Manasfi do tribunal do Júri.

Ele é acusado de matar com oito tiros o fiscal de obras Gildecir Bonfim Mendonça, 38, em um bar do bairro Nova Esperança, em Rio Branco, no último domingo, 15.

Da abertura do inquérito até a prisão de Castelo Branco foram apenas 48 horas. Para isso, foram mobilizados todos os setores da Polícia Civil, que levantou provas técnicas, testemunhais e periciais em dois dias para fortalecer o pedido de prisão.

Segundo informações do Corregedor Geral de polícia civil, delegado André Monteiro, o acusado alegou que atirou na vítima após uma discussão que evoluiu para agressão física e tentativa de vítima de sacar de uma arma.

Mas, o delegado afirmou que alegação do policial acusado de homicídio não confere com o depoimento de 15 testemunhas que já foram ouvidas pelo delegado corregedor que preside o inquérito policial.

Segundo afirmação do delegado as testemunhas declararam não ter ocorrido nenhuma discussão que o policial sacou da arma e efetuou os disparos contra a vítima pelo fato do mesmo não ter aceitado receber uma cerveja oferecida pelo acusado.

A prisão de Castelo, segundo o diretor geral de policia civil, delegado Emilson Farias, demonstra que a Polícia Civil não permitirá desvio de conduta de policiais.

Caso seja condenado por homicídio qualificado, o agente poderá passar de doze a trinta anos na prisão. Também foi aberto pela corregedoria um processo administrativo que pode culminar com a demissão do policial Castelo.

Segundo o Corregedor, André Monteiro, das denuncias de que o policial Castelo já teria assassinado uma pessoa revendo todos os processos que tramitaram na Corregedoria não foi encontrado nenhuma denúncia a respeito de outros crimes praticados pelo policial.

Fonte: Ecos da Noticia

Nenhum comentário: