segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Portaria 4.226 / MJ e SEDH

Ao contrario do que pensa a própria policia, que mobiliza suas associações, para si manifestarem contra a portaria 4.226, de 31 de dezembro de 2010, publicada pelo Ministério da Justiça e pela Secretaria Especial de Direitos Humanos na edição do dia 3 de janeiro deste ano do Diário Oficial da União (DOU). Essa medida vem para evitar e prevenir ações desastrosas, cometida pela ignorância de policiais abusados que adora escalar uma pistola ou um fuzil na cara de alguém. A verdade e que a policia brasileira sempre matou e continua matando em suas atividades. Mais alem da morte vem o constrangimento em que o cidadão se depara ao se encontrar em uma abordagem policial, com um fuzil  ou uma pistola escalado em sua direção. Isso sem necessidade nenhuma. E injusto que se uma pessoa furar uma barreira policial pague com a própria vida. Em outras situações de repercussão nacional e até internacional, em que o policial nota um carro suspeito, a guarnição faz disparos de fuzil em direção ao suspeito, que só depois da morte das vitimas percebem que não se tratava de bandidos, e sim de um simples cidadão comum desarmado e sem passagem nenhuma pela policia. A policia brasileira e conhecida também por ser  uma policia que já chega atirando, a anos vemos essas ações desastrosas fazerem suas vitimas fatais em todo pais. Segundo o comandante da policia militar do Acre, o estado adotara a medida mas não significa que o agente cumpridor da lei não possa fazer uso de arma ou da força em caso de ameaça para ele ou terceiro em risco de morte”, explica.  A medida entra em vigor em abril deste ano e anula das atividades policiais os chamados tiros de advertência, ficando também proibido apontar armas para pessoas durante abordagem em via publica ou qualquer outro local sem necessidade.     

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