terça-feira, 31 de maio de 2011

Pelo visto o 2º sargento, Elias Teixeira Cunha era um militar bem conhecido, e muito querido. O que e de estranhar e o comando do 4º bis no Juruá si apresar em dizer que o militar não estava de serviço na hora do acidente. Uma outra discussão levantada também, e de como e feito e destacamento de militares de outras regiões do pais, para um batalhão de infantaria na amazônia brasileira e que não saber nadar. Acho que um dos pre-requisitos para o destacamento de um militar, para atuar em atividades que envolve um certo risco na amazônia, no meu ver, seria de que o mesmo soubesse no minimo lidar com a água, exatamente pelos muitos rios e correnteza fortes existentes na amazônia como no caso aqui o rio Amônia, local do acidente que vitimou este tão nobre e competente militar. Espero que o comando do exercito não esteja por ai saltando ninguém de avião sem paraquedas. Para mim uma das normas a ser exigida de um militar destacado de outras regiões do país para atividades na amazônia, e a de quer o mesmo saiba nadar. Esse pre-requisito e importante para que outras tragedia como esta que aconteceu no rio Amônia não venha mais a acontecer. E com toda certeza vamos esta recomendando isso ainda esta semana ao ministério publico federal, para que recomende ao exercito brasileiro este ponto importante. O 4º BIS enviar um militar para o destacamento de fronteira, lidar com rios e outras  atividades a mais , sem saber nadar, e mesmo com colete e difícil, pode acreditar.

Lembrando ainda, que a família do militar vitima desse acidente, esta coberta de razão em acusar o comando do 61º BIS pela falta de atenção, que resultou no afogamento do sargento Elias Teixeira. 

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