quarta-feira, 1 de junho de 2011

Deputado acusa o sub-comandante da policia militar de truculência policial, e faz duras criticas ao governador.

A vinda da força nacional para o acre parece esta dando maus resultados para o  governador Tião Viana. Um fato que repercutiu negativamente para a própria imagem do governo e para própria sociedade, foi um discurso dado pelo deputado Eber Machado, na ultima terça feira na tribuna da assembleia legislativa do Acre. O parlamentar em tom de revolta fez um desabafo dirigindo-se pessoalmente ao governador do estado, e ao sub-comandante da policia militar Coronel Paulo Cezar, afirmando que seus familiares teriam sido vitimas de truculência policial, teriam sido presos ilegalmente, além de também terem sidos espancados em uma blitz, realizada pela força nacional. O deputado acusa o sub-comandante da policia militar de esta por trás da ação truculenta, que resultou na prisão de  seu irmão e de outros membros de sua família. O parlamentar acusou o subcomandante de organizar um suposto mensalinho. Éber Machado disse ainda que o militar teria se envolvido em episódios que não o qualificariam como uma pessoas de bem. “Foi um ato de covardia o que fizeram com essas pessoas. Meu irmão estava com a esposa e o filho no local, não estava metido em nenhuma confusão, mas foi espancado de forma covarde”, disse o deputado na tribuna da Aleac.

Na blitz o deputado acusou a policia militar de usar gás, spray de pimenta, e até darem tiros de intimidação aos que eram abordados no local. Mais o deputado foi mais incisivo ainda em dizer, que o sub-comandante da policia militar teria que lavar sua boca antes e dobra sua linguá antes de se referir a sua familiar, pois o mesmo era um covarde. Ao se dirigir ao governo do estado o deputado não deixou por menos, ao dizer que força nacional trazida pelo governador para o acre era força do mal. E sitou o slogan utilizada pela força nacional de segurança no estado. E ao si referir mais de forma direta ao governador, disparou, “Governador, tome cuidado que o seu Titanic está afundando” o deputado orientou também que o governador tirasse do seu caminho os vários iceberg que poderiam fazer o Titanic do governo afundar. 

O deputado em tom de revolta, criticou a forma que segundo ele difamatória em que o sub-comandante da policia militar usou os meus de comunicação para afirmar que a ação da Força Nacional teria sido necessária e legitimada pela ordem pública, como também afirmar que o irmão do deputado tinha varias passagem pela policia. A assessoria do deputado Éber Machado distribuiu cópia à imprensa do seu discurso. As palavras proferidas tinham tom de desabafo e indignação. “Ali pessoas foram espancadas, humilhadas por alguns policiais que não têm respeito, muito menos preparo ou condição de lidar com pessoas de bem, e que usando da autoridade agiram de forma truculenta com todos aqueles que queriam diversão e segurança... O meu irmão algemado, pisoteado, espancado e chegou a desmaiar devido à violência. A minha cunhada e a minha sobrinha de 18 anos foram algemadas e levadas para o xadrez sem serem bandidas”, desabafou.

O sub-comandante da policia militar falou sobre o assunto ao portal de noticia ac24horas. “Eu não sou político. Se tiver que sair do comando eu vou sair, mas continuo coronel e vou continuar servindo a população. Nunca fiz ameaça ou me dirigi a qualquer membro da família do deputado. Meu passado é um livro aberto. O que coloquei é que o irmão dele tem passagem pela polícia e isso ninguém retira”, diz o sub-comandante. Ainda segundo o portal de  noticia ac24horas os organizadores da Blitz que fez a prisão de Rômulo Machado, atualmente ele responde por cinco processos e tem quatro boletins de ocorrência registrados. O major Geovane informou que Rômulo teria atingido três policiais com socos. “Os policiais estão movendo uma ação conjunta contra o acusado”, diz o capitão. Em outro trecho do discurso o deputador afirma“ Ele deu entrevistas aos meios de comunicação dizendo que meu irmão tem várias passagens pela polícia. Quero dizer que meu irmão não é assassino, nem traficante e nem assaltante. E também nunca foi tido como suspeito de organizar ‘mensalinho’. Os motivos pelos quais foi preso foram fúteis e pagou a sua pena com ‘sacolões’... Quero deixar registrado nos anais da Casa, que qualquer coisa que aconteça comigo, com a minha família, ou com pessoas ligadas a mim é de inteira responsabilidade do Cel. Paulo Cesar e de todos os maus policiais que o acompanham”, disse Éber Machado. E deputado recebeu apoio de vários colegas, como também da presidência da casa, e foi aplaudido por populares que assistiam o discurso nas galerias da Assembleia legislativa do estado do Acre.

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