terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Paciente procura consulta médica e sai presa da UPA do 2º Distrito

Daci Silva Gama que depois de questionar a conduta da médica, ela foi retirada do ambulatório e encaminhada para a delegacia, onde teve que dar explicações.

O que era para ser apenas uma consulta acabou virando caso de polícia, na madrugada desta sexta-feira, 10, quando Daci Silva Gama, mais conhecido como Lôra Vendedora, saiu de sua casa para fazer uma consulta na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do 2° Distrito.

Ao chegar no local, por volta das 19h de quinta-feira 09, com forte dores no corpo, devido a suspeita de rotavírus, não imaginava o transtorno que iria passar.

Após espera por mais de cinco horas para ser atendida, a paciente afirma que foi destratada pelos profissionais presente.

De acordo com Lôra, a médica, uma clínica geral conhecida por Aneci Rocha, utilizando de  autoritarismo, mandou que a paciente fosse presa por desacato a servidor público em serviço.

Após o período de espera, Lôra entrou no ambulatório de atendimento médico e foi surpreendida por uma funcionária cujo nome não foi identificado.

“Nesse momento, ela mandou eu me retirar do ambulatório com a alegação de que eu estava fazendo confusão e estava passando na frente de outros pacientes. Como eu me posicionei,  a médica relatou no prontuário que eu estava muito nervosa e que tinha desacato a ela e a funcionário.  Eu não desacatei ninguém, mas disse que a vez era minha, pois a funcionária queria colocar duas pessoas na minha frente, eu já estava esperando por atendimento há cinco horas”, relatou ela.

A prisão

Depois de questionar a conduta da médica, ela foi retirada do ambulatório e encaminhada para a delegacia, onde teve que dar explicações.

“Nunca passei por um constrangimento deste na minha vida. Só queria ser atendida e voltar para casa. Sou mãe de família e tenho meus direitos, pago meus impostos e sou tratada como animal. Por conta desse tipo de profissionais, tenho medo de em pensar em ter que voltar naquele lugar”, desabafou ela, chorando.



No Boletim de Ocorrência de dona Daci Silva Gama - O ESCRIVÃO DE POLICIA FAZ UM ERRO GROSSEIRO, Primeiro ele diz que, NA PRESENÇA DO DELEGADO tal dona Daci Silva foi ouvida, SENDO QUE O DELEGADO NÃO ESTAVA NA DELEGACIA, nem a assinatura do delegado tem no BO. DEPOIS O SUJEITO DO ESCRIVÃO PEDE PARA A ACUSADA, COMPARECER AO JUIZADO ESPECIAL CRIMINAL, no DIA 02/02/2012, no exato mesmo dia em que estava lavrando o Boletim de Ocorrência.

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