quarta-feira, 1 de maio de 2013

Ativista de Direitos Humanos alerta para conflito em ocupação

Coordenador do Movimento de Direitos Humanos do Acre JOCIVAN SANTOS, chama atenção de autoridades do poder executivo legislativo e do próprio judiciário para o conflito que pode haver na localidade Novo Cruzeiro. Caso o cumprimento de uma ação de reintegração movida pela PGE, Procuradoria Geral do Estado, venha acontecer na área. Na localidade moram mais de 160 famílias que correm sério risco de serem despejadas de suas casas onde moram a mais de ano, através de uma liminar de reintegração de posse já espedida pelo juízo da 1º vara da fazenda pública da comarca de Rio Branco, processo nº 0703716-36.2013.8.01.0001. Temos acompanhado as famílias do Novo Cruzeiro desde o inicio daquela ocupação, e até o presente momento o Estado não tem achado uma solução positiva ou pelo menos pacifica para os moradores, tendo em vista garantir o direito constitucional a moradia para as famílias que realmente precisam e residem naquela localidade disse o ativista. Tendo em vista encontrar uma solução pacifica para o conflito, JOCIVAN SANTOS, acionou um dos membros da comissão para assuntos agrários do CNJ no Acre, através do Juiz de direito Dr. Ednaldo Muniz que prometeu olhar o processo, tendo em vista obter informações sobre a questão. O ativista também reuniu com a comissão das famílias moradoras da localidade e outros poderes do estado, entre eles Assembleia Legislativa do Estado do Acre, PGE, Procuradoria Geral do Estado, além de parlamentares e assessores do poder executivo do Estado, com objetivo de achar uma solução pacifica para o conflito.

O caso da ocupação Novo Cruzeiro ganhou repercussão na imprensa no ano passado depois que uma barreira policial foi montada com permanência na localidade 24 horas por dia impedido que as famílias que moravam na localidade entrassem e saíssem da área ocupada http://www.ac24horas.com/2012/09/03/pm-monta-barreira-e-sem-teto-nao-podem-entrar-ou-sair-de-area-invadida-em-rio-branco/ sendo que todas as pessoas ao passarem pela barreira eram revistadas e tinham seus números de identidade anotadas. As famílias que residem na referida localidade recentemente ganham notoriedade na imprensa após realizarem um ato em frente a Casa Rosada, escritório oficial do governo do estado, reivindicando a desistência da ação de reintegração de posse movida pelos procuradores do Estado afim de retira-los do local onde mora a mais de ano http://www.ac24horas.com/2013/04/10/sem-teto-da-invasao-novo-cruzeiro-realizam-manifesto-em-frente-a-casa-rosada/ na época não houve negociação por parte do governo com a comissão representante das famílias acompanhadas de membros do movimento de direitos humanos que também articulam uma saída pacifica para o conflito no Novo Cruzeiro que envolve mais de 160 famílias sem teto. http://www.ac24horas.com/2013/04/17/comissao-de-parlamentares-se-reune-com-manifestantes-da-invasao-do-novo-cruzeiro/    

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