domingo, 23 de junho de 2013

SERIA FALTA DEMASIADA DE ASSUNTO FALAR DE NOVELAS DA GLOBO EM PROTESTOS

se elas não fossem tão influentes a um povo carente de cultura e formação como o brasileiro. É notória a intoxicação de agendas políticas por detrás de vários folhetins televisivos. Uma dessas agendas diz respeito à pregação repetitiva, nauseante, quase como que uma hipnose, da ideologia LGBT nas novelas da emissora Rede Globo. É um ato infame, da mais completa covardia intelectual. Aquele cidadão comum (pego desprevenido no cansaço do trabalho e depois do jantar) é bombardeado por cacoetes mentais e raciocínios falaciosos implícitos, aos quais é induzido a absorver sem pensar, desarmado que está pelo estratagema de propaganda disfarçado de diversão.

Recentemente a Rede Globo mostrou em sua novela das oito "Amor à Vida" uma cena que deve ter passado despercebida do público, mas que nem por isso deixa de ser menos chocante. Resta-nos saber se há realmente "amor à vida" nos personagens da dita novela, já que a grande maioria dos indivíduos ali retratados é composta de criaturas desajustadas, perversas, sem a mínima noção de dignidade e moralidade. Existe amor à vida aí? Tenho lá minhas dúvidas.

Vamos à cena: uma dupla de gays resolve ter filhos. Procuravam mulheres que alugassem ou doassem seus ventres para gerá-los através de inseminação artificial. Um dos gays começa a se questionar sobre as qualidades da possível candidata a mulher doadora. Em conversa com seu amante, preocupava-se se a fêmea não passaria alguma herança genética ruim para seu futuro filho. Em outra cena duas mulheres surgem numa clínica de fertilização para oferecer a barriga, todas bonitas, como num processo de seleção natural. Se houve a intenção de transmitir alguma coisa positiva sobre os homossexuais, a mensagem subliminar ficou bastante clara: a mulher e a criança não são pessoas. São cobaias selecionadas em laboratório, para satisfazer o capricho narcisista de dois machos sexualmente imaturos. A mãe é um objeto descartável, misto de reles encubadeira viva e uma cadela com pedigree, enquanto a criança é um bichinho de estimação, um cachorrinho que pode ser vendido em qualquer pet shop.

A mulher e a criança são duas figuras alienígenas desta relação. São coisificadas, conforme os abusos e delírios homossexuais. A fria impessoalidade em relação à mulher, como a geração artificial da criança, denuncia o desamor e desprezo pelos papéis da família. Se os dois machos são incapazes de gerar uma vida por si próprios, precisam apelar a métodos cada vez mais alienantes, manipulando indivíduos fora de seu universo, envolvendo-os na loucura de sua alienação. Essa criatura que irá nascer terá sua mãe excluída em sua vida. A criança só terá intimidade com sua genitora no momento da gravidez. O amor natural que se espera dos pais não existirá. O que se colocará no lugar é uma ficção ideológica forjada por duplas desajustadas. A criança terá que se adequar a essa nova loucura ficcional.

Eu me pergunto: será que estes formadores de opinião débeis mentais da Rede Globo já ouviram falar da palavra "amor"? Uma menina concebida como macaca de laboratório (e não como fruto de uma relação de amor) obviamente terá problemas emocionais sérios. O pai adotivo era um desajustado e desequilibrado notório. A mãe, uma mulher completamente indiferente, que alugou sua barriga por dinheiro. O pai biológico real? Não sabemos do paradeiro dele. Cadê o amor neste universo? Onde estarão os laços que a vinculam à figura amorosa do pai e da mãe para marcar presença em sua existência de filha? Essa jovem provavelmente nunca viveu uma situação tão comum, tão corriqueira, como a de ter um pai e uma mãe próximos e atuantes. Ela viveu sim a "nova família", esse núcleo degenerado alardeado tão alegremente pelo atorzinho global travestido de personagem homossexual.


A militância LGBT planeja criar uma situação na qual milhares, senão milhões de crianças, se tornarão carentes e desamparadas. Serão órfãs de referências éticas, morais e psicológicas genuínas. Serão infelizes e depressivas, expostas a modelos nocivos, embasados numa sucessão de mentiras inventadas por engenheiros sociais e militantes socialistas, que alimentam as veleidades egocêntricas de um grupo marginal. O que ocorre nos EUA, na Europa, como também no Brasil, ao modificar radicalmente as leis, a Constituição e o direito civil, é um crime contra as crianças, contra a família natural e contra a própria civilização.

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