segunda-feira, 9 de junho de 2014

Sem ajuda humanitária, imigrantes caminham de Brasiléia a Rio Branco a procura de abrigo






Desde que o abrigo foi fechado, dia 22 de abril, quando os imigrantes foram transferidos para o abrigo provisório em Rio Branco e depois encaminhados a São Paulo, a situação dos haitianos e senegaleses que continuam chegando pela tríplice fronteira piorou.

Eles continuam entrando, mas agora não têm mais onde ficar, diz o ativista de direitos humanos Jocivan Santos. Chegam, dormem pelas praças e, em seguida, partem para Rio Branco a pé, se expondo a varios perigos no trecho de mais de 200 km até a capital.

Não há informações sobre se os imigrantes que tentavam fazer o percurso a pé já possuíam os documentos de entrada no país ou se pretendiam consegui-los em Rio Branco.

Outra informação dá conta de que foram presos taxistas que estavam conduzindo, ilegalmente, senegaleses com entrada irregular. Os taxistas estariam cobrando cerca de 200 dólares pelo transporte dos imigrantes até a capital Rio Branco.

Com o fechamento do abrigo pelo Governo do Estado na cidade de Brasiléia - AC, todos os imigrantes ficaram sem referência e vagam diariamente pelas ruas da cidade.

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