terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Governo admite que morte de agente penitenciario foi pelo exercício da função.


O secretario de segurança Emylson Farias promete rigor nas investigações

O Governo do Acre admitiu que a morte do agente penitenciário Anderson Albuquerque Guimarães, executado com 10 tiros, foi consequência do exercício da função. Em nota, a Secretaria de Estado de Segurança Pública divulgada na madrugada de hoje (3) informa que “determinou a mobilização imediata dos efetivos das polícias Civil e Militar, para atuarem na elucidação das circunstâncias que envolvem o delito”. Conduta oficial neste tom não foi anunciada nos outros três casos anteriores envolvendo morte de agentes penitenciários.
Guimarães foi executado com 10 tiros nas proximidades de uma faculdade privada em Rio Branco. Morreu ainda quando estava conduzindo a motocicleta. Os tiros atingiram várias regiões do corpo.
A Polícia Civil deve manter hoje uma entrevista coletiva para explicar as providências práticas que tomará para elucidar o crime.
NOTA OFICIAL

O Sistema Integrado de Segurança Pública, consternado com a morte do agente penitenciário Anderson Albuquerque Guimarães, brutalmente assassinado na noite desta segunda-feira, 2, determinou a mobilização imediata dos efetivos das polícias Civil e Militar, para atuarem na elucidação das circunstâncias que envolvem o delito.
Em nome de todos os profissionais da área de Segurança Pública, externamos o mais profundo pesar pela morte do agente e nos solidarizamos com todos os seus familiares e amigos.

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